Lá e de Volta Conteúdo desconexo e aleatório…

31jul/0711

Índia: Choque cultural

Chegar à Índia pela primeira vez sozinho e de madrugada pode não ser a melhor das experiências. Primeiro que o acesso aos aeroportos aqui é restrito às pessoas que possuem passagem aérea, assim, quem desembarca é obrigado primeiro a sair do aeroporto se quiser ou precisar entrar novamente.

Foi este o meu caso. Em Mumbai o aeroporto doméstico é separado do Internacional. Já sabia que teria que encarar um táxi na madrugada para trocar de aeroporto. O que eu não sabia é que seria abordado por um funcionário (pelo menos estava vestido como tal) com a informação de que havia uma ameaça de bomba no aeroporto doméstico e que o mesmo estava fechado.

É claro que desconfiei e perguntei a outras pessoas que também confirmaram a informação. Fui então para o hotel indicado pelo funcionário, paguei US$ 100 mas pude pelo menos tomar um bom banho e descansar um pouco. Não sei se fui vítima de um golpe pois li na internet que ele existe no aeroporto de Mumbai; se foi o caso, o golpe é muito bem aplicado.

3 horas depois já estava novamente no microônibus do hotel rumo ao aeroporto doméstico. No caminho, agora durante o dia, pude perceber a pobreza que já é nossa conhecida nas periferias das grandes cidades brasileiras. Nada a reclamar ou elogiar por enquanto, estou apenas registrando constatações.

Sem mais problemas, embarquei para Bangalore, minha cidade destino. Lá, a primeira surpresa foi agradável. A temperatura aqui é muito boa, fica sempre entre 20 e 30 graus, ao contrário de Mumbai onde o calor e a umidade na madrugada já eram insuportáveis (quem foi a Manaus conhece bem a sensação).

Fui bem recebido por um funcionário do Instituto que me transportou direto para meu apartamento. O local é distante do centro da cidade e do aeroporto. O trajeto, portanto, me permitiu conhecer um pouco da cidade. É visível que a mesma está vivendo um processo de modernização. O contraste da sujeira e do caos no trânsito com as avenidas largas em construção e prédios suntuosos é nítido e um pouco assustador. Parecem que aos poucos modernidade começa a brotar aqui e ali, diante de tamanha desorganização.

A outra agradável surpresa veio quando entrei no distrito onde fica o Instituto. Ele é chamado de Electronics City (Cidade Eletrônica) e é basicamente uma região de indústrias de software. Todo o local é arborizado, limpo e repleto de grandes empresas (no caminho vi prédios da HP, Siemes, Wipro e Infosys). O Instituto, claro, não podia ser diferente: excelente infra-estrutura e excelentes professores.

Passados dois dias aqui, o que ainda realmente me incomoda são a comida e o inglês de alguns indianos. A primeira, para mim, é muito (mas muito mesmo) apimentada e desprovida de qualquer outro sabor. É sempre uma variação de um caldo vegetariano com o mesmo tempero e alguns acompanhamentos, principalmente arroz e uma espécie de panqueca sem recheio.

Já o idioma muitas vezes é uma mistura de alguma das outras 16 línguas faladas na Índia (ou seus inúmeros dialetos) com um inglês quase impronunciável. É o caso, claro, principalmente daqueles que tiveram menos acesso a educação de qualidade como os seguranças e alguns funcionários.

Tirando estas primeiras impressões, ainda posso falar pouco. Tive apenas uma aula ontem e ainda estou conhecendo as pessoas. Já conheci um outro estudante estrangeiro (um sueco) que é bacana mas que também está se adaptando a todo este choque cultural que a Índia proporciona.

26jul/070

Munique e Berlim

Meus caros, não dá para descrever em poucas palavras a experiência inesquecível de conhecer estas duas grandes cidades alemãs e reencontrar velhos amigos que aqui deixei em 2003. Cheguei bem a Munique ontem e, apesar do cansaço, não parei nem 1 minuto. Dormi só umas 3 horas e hoje bem cedo cheguei a Berlim, onde ficarei até amanhã a noite...

24jul/071

Cheguei ao Rio de Janeiro

Pronto! Agora começa oficialmente minha viagem. Cheguei ao Rio bem, com pouco atraso - por incrível que pareça. O vôo para Frankfurt também está confirmado no horário previsto... Serão 12 horas e de lá rumo para Munich. Mando mais notícias assim que possível. Muito obrigado a todos que estiveram presentes em todas as despedidas e no aeroporto hoje!

11jul/070

Viajando na viagem

Pois é pessoas, agora os preparativos ficam só para as providências para poder viajar durante a viagem - entendeu? Pois é, 2 anos na Europa permitem um bocado de viagens interessantes, né? Quem sabe ilhas Gregas? Roma? Paris? Por enquanto são só possibilidades... Mas os planos estão sendo feitos.

Espero poder compartilhar muitas dessas com vocês por aqui...

11jul/071

Vai saber…

Então, depois de preparada toda a documentação para visto, e formulários da universidade, tudo enviado e pronto fica a pergunta: o que eu faço agora?

Faltam menos de 50 dias para eu viajar e ao mesmo tempo falta muito tempo! Por aqui só falta mesmo arrumar a mala e entrar no avião – considerando é claro somente a parte prática. Mas quem dera se a vida fosse assim tão fácil.

50 dias é pouco tempo para me despedir de tantos amigos e pessoas queridas que fizeram e ainda fazem parte da minha vida. Tantos momentos juntos, planos, festas, sorrisos, lágrimas, ombros, botecos, formaturas, conversas, viagens... Tudo isso será interrompido por 2 anos.

Saudade? Acho que é pouco pro tamanho do vazio que essas pessoas vão deixar sem sua presença no dia-a-dia, sem olhar nos olhos, sem um abraço apertado e sincero, sem um beijo...

E é engraçado saber que são essas mesmas pessoas que mais vibram comigo pela conquista e pelas oportunidades que se abrem. São novos horizontes, diversos, e cada um deles contendo infinitas possibilidades...

E a única certeza que fica é que nesses próximos 2 anos, a mudança será minha mais fiel companhia.

9jul/072

Cristo, uma maravilha?

Devaneio sobre o resultado da votação para as 7 novas maravilhas do mundo, dentre elas o Cristo Redentor. Com a proposta do voto popular principalmente pela Internet, creio que as eleitas não indicam a preferência de todo mundo.

Conheço o Cristo muito bem. Faço questão de visitá-lo sempre que meu tempo disponível quando em visita ao Rio permite. O monumento, em si, não é um deslumbrante projeto de engenharia. Fosse a estátua colocada numa praça qualquer de uma cidade menor, não chamaria tanta atenção.

O conjunto da obra, por sua vez, chega quase à perfeição. Parece que o Cristo foi feito para o Pico do Corcovado e vice-versa. Tive a oportunidade de ver fotos antigas do Rio e o Corcovado sem o cristo parece amputado, como se um pedaço importante estivesse faltando.

Lá de cima, os braços abertos da estátua ainda reforçam ao conjunto um forte símbolo da receptividade, do calor humano e da fé dos brasileiros. Lá de cima, a vista é simplesmente deslumbrante e poucas palavras não serão suficientes para descrevê-la - poemas, músicas, filmes, fotos estão aí aos montes ainda tentando realizar esta tarefa.

Cristo Redentor

Assim, apesar de merecida a escolha do Cristo, acho que a votação foi parcial e tendenciosa por três motivos: Primeiro porque leva em conta votos apenas daqueles com acesso ao computador e à Internet; Depois porque o voto popular descarta qualquer avaliação científica e histórica mais aprofundada de cada monumento (eu, por exemplo, só posso falar mesmo é do Cristo); E, por último, porque os 21 finalistas foram escolhidos pela Organização que financiou a votação.

É claro que houve contestações como a que faço e imagino que existam outros argumentos para fortalecê-las. Por este motivo, recomendo como fonte de maravilhas do mundo o site da Unesco. Infelizmente o mesmo está apenas em inglês e francês mas passeando um pouco por ele dá para descobrir que o Brasil inteiro ainda é uma maravilha e que o mundo não possui só 7 delas.

PS: Hoje pela manhã, antes de publicar este texto, li um comentário do Maurício Ricardo do site Charges.com.br que compartilha da minha opinião acima.

PS2: Veja mais fotos do Cristo quando estive lá pela última vez no Carnaval de 2007

6jul/072

Destino: Dinamarca

Antes de dizer que tudo é lindo em Aalborg, devo lhes dizer que é frio. Fui pesquisar as médias das temperaturas por lá e fiquei surpreso por 2 motivos:

1. Nada acima de 15 ºC, e
2. Nada abaixo de -1 ºC

Imaginei que teria alguns dias de calor mas to vendo que se eu não me acostumar com 15 graus sendo calor, não vou ter dias de praia. Mas pelo menos também não vou pegar -40 ºC como o louco do meu irmão durante sua ida a Finlândia.

 Dizem que a Dinamarca tem 2 estações: uma verde e a outra cinza. O problema é a verde, quando eles desligam o aquecimento... (piada dinamarquesa, comenta aí e me diz se tem graça...) Mas no final das contas, acho que está de bom tamanho.

Aalborg-tempAverag.jpg

A Dinamarca é um país de 5,4 milhões de habitantes, governado por uma Monarquia Constitucional liderada pela Rainha Margrethe II, e sua capital é Copenhagen.

Procurando sobre a cultura dinamarquesa, descobri que o negócio deles é Hygge! Fácil né? Sei nem como pronuncia isso! E também não existe tradução. Mas significa encontrar os amigos ou família para comer e beber. Outro destaque que faço é o humor. (Só posso falar do que li, chegando lá eu confirmo pra vocês) Eles adoram ironia e isso parece ser essencial para se entender o dinamarquês.

Sei não, mas estou começando a achar que estou indo para o lugar certo, porque além disso tudo, a Dinamarca é o país na Europa com maior número de instalações esportivas por pessoa! E ainda adoram Handebol! Eta lugarzinho que ta ficando porreta, viu?

aalborg-google-map-1.jpg 

Aalborg, por sua vez, é a 4ª cidade da Dinamarca em tamanho, com 160.000 habitantes. Diz o prefeito de lá que a cidade tem um excelente sistema de transporte urbano, que a 35 km ao norte ficam praias das melhores da Europa (fazendo 15º eu acho bem difícil, viu?), é uma cidade ativa e muito segura (http://studyguide.aau.dk/citydk – site em inglês). Mas é o prefeito, né? Vai saber se ele não está puxando a sardinha pro lado dele...

A história de Aalborg começa com os Vikings, tendo sempre um papel importante, devido sua posição central para comércio, até hoje. Anteriormente uma cidade industrial típica, com estaleiros e indústrias de cimento, hoje o setor de conhecimento ganhou terreno. Aalborg tem destaque dentro da indústria de telefonia móvel, tendo a Universidade (pra onde eu vou) um papel significativo nesta realização. E com a cooperação próxima com a universidade, um campo novo, a tecnologia médica, vem ganhando espaço gradativamente. Através da cooperação próxima entre os agentes da região e a universidade, foi possível um crescimento significativo para todos os envolvidos.

That´s the spirit!

3jul/076

Segredo milenar no planejamento de viagens

Então você também está pensando em viajar para o exterior? Quer percorrer o mundo, explorar novas culturas, conhecer gente nova? Pois fique tranqüilo que viajar é fácil! Primeiro, a etapa mais importante é a escolha do destino, claro. Sem ele obviamente não tem viagem.

Por isto, vou explicar a vocês o engenhoso processo que utilizo sempre que decido viajar. Sintam-se privilegiados pois vou revelar um segredo de gerações, guardado num baú encantado por um monge das longínquas planícies das ilhas IahItah – tá, o nome da ilha eu inventei mas o resto é verdade.

Este é um globo!Para decidir para qual país viajar, tenha primeiro em mãos um globo terrestre. É, um globo destes de aula de geografia, de preferência preso a um arco que lhe proporcione girá-lo livremente. Atenção para o tamanho do globo. É importante que os países menores estejam bem visíveis. Você não vai querer correr o risco de confundir o Kyrgyztão com o Tajikistão, não é mesmo?

Outro objeto muito importante é o arco e flecha. Pode ser um de brinquedo mesmo, daqueles com uma ventosa na ponta para não danificar o globo. Algo similar a um arco que seja capaz de grudar no globo também pode ser utilizado. Tenha em mente o nosso objetivo de planejar uma viagem e não o de destruir o planeta.arco.jpg

Pronto! De posse destes dois itens essenciais, comece a girar o globo. Gire-o bem rápido, o mais rápido que você puder. Use toda a sua força neste momento importante. Em seguida, tome distância, prepare o arco, mire com atenção e atire a flecha em direção ao globo ainda girando! Viu como é fácil?! A flecha acertará o seu próximo destino no mundo...

Apesar de milenar, este processo simples requer alguns cuidados: Procure mirar mais ou menos no centro do globo. Como podem existir variações na precisão do arco escolhido, no vento e outras não previstas, a chance de você evitar os pólos ártico e antártico são maiores se você mirar o centro do globo.

Se sua flecha acertar o oceano, eu recomendo que você repita o processo. Viajar para o meio do nada, com água (salgada) por todos os lados, não tem muita graça. Você vai apenas se alimentar de frutos do mar crus e muito salgados, correndo o risco de aumentar a sua pressão arterial. Além disto, não há muitos nativos por perto para você conhecer e as atrações turísticas não são muito variadas.

Finalmente, caso sua flecha não acerte o globo, inicie novamente o ritual. Embora você possa considerar viagens para a lua ou outros planetas, recomendo manter-se na Terra por questões de orçamento. Uma viagem para a Lua, por exemplo, além de caríssima, polui a camada de ozônio; E você ainda terá que lidar com os lunáticos mal-humorados e péssimos de pechincha.

Com este processo e seus 3 cuidados, você conseguirá completar com sucesso a etapa mais difícil de planejar uma viagem que é definir o destino. Depois, basta providenciar o passaporte, obter o visto, comprar a passagem, definir onde se hospedar e o que fazer e, por último, arrumar tempo e dinheiro para isto. Tudo tão simples que até o monge das longínquas planícies das ilhas IahItah sabe como fazer.

2jul/070

Inovação e Dinâmica Empreendedora

Agora está tudo caminhando. Nem acredito que tudo isso está acontecendo comigo mas estou indo para Dinamarca, cidade de Aalborg, capital do estado de Jutland, no norte do país, para um mestrado. Acho que não tem mais volta pois até passagem já comprei...

 

Por mais que eu tenha perseguido este objetivo durante todo este ano, continuo surpreso por ter sido aceito na Aalborg University (www.aau.dk), para o programa de mestrado em Inovação, Conhecimento e Dinâmica Empreendedora (Innovation, Knowledge and Entrepreneurial Dynamics). – Bonito o nome, não? Pois é, também gostei.

 

Até agora a ansiedade está predominando e eu, um jovem de 23 anos que nunca saiu do país, estou correndo atrás de visto, acomodações, passagens, e etc. Acho que a ficha ainda não caiu que eu estou indo para um lugar onde num conheço nada nem ninguém. Ou talvez tenha caído, e por isso eu esteja com tanto medo. Mas como dizem, coragem é superar seus medos. Estou fazendo o que posso!!!

Sem dúvida a experiência será ótima para meu crescimento profissional, mas ainda mais no campo pessoal. Tenho certeza que essa viagem abrirá horizontes e espero poder compatilhar essa experiência com vocês, meus familiares e amigos que certamente levarei no coração!

 

Por enquanto, ficam a expectativa e preparações. Novas notícias todos os dias pares (eu espero!).

 

Por enquanto é isso.

 

Um grande abraço!

1jul/070

Destino: Índia

Abriu a porta num instante. Fechou-a em seguida. O que viu, de relance, o assustou e provocou o reflexo impulsivo de dar este passo para trás. Respirou fundo e desta vez começou a abrir a porta com calma, aos poucos, para que fosse se acostumando. Quando finalmente terminou de abri-la e adentrou o novo ambiente, estava de passagem comprada para um curso de mestrado na Índia. É, isto mesmo que você leu, Índia.

Esta história começa aqui e ainda não possui final. Rumo a mais um desconhecido, não sei o que me espera – se é que me espera. No final de Julho embarco para Bangalore, sul da Índia, mas antes faço uma rápida parada na Europa. Torço para conseguir encontrar bons e velhos amigos que lá deixei em 2003.

Para quem acha que a Índia é apenas mais um país subdesenvolvido com milhões de miseráveis é melhor admitir humildemente que não sabe nada sobre ele e pesquisar um pouco o assunto antes de julgá-lo.

Resumindo em poucos parágrafos o pouco que sei até aqui, e deixando de lado aspectos culturais e políticos (espero falar disto em outros textos), a Índia cresceu “módicos” 9% ano passado, atrás apenas da China. Espera-se que em 2035, de acordo com o banco Goldman Sachs, o país se torne a 3ª maior economia do mundo, atrás apenas dos EUA e da China.

Este crescimento começou a ser notado na década de 90 quando houve uma abertura econômica e investimentos para atender às necessidades da população: moradia, alimentação e educação principalmente; os mesmos 3 itens que estão um pouco esquecidos no Brasil.

O resultado é que gradativamente a Índia foi se fortalecendo em setores mais especializados da economia, principalmente na área de serviços. Nem preciso dizer, portanto, que com a era digital, a Índia se tornou uma potência na indústria de software, certo?

Bem, vou dizer assim mesmo. Vou falar mais especificamente da cidade para onde estou indo: Bangalore. A cidade é a capital do estado de Karnataka no centro sul da Índia e possui uma população de 6,5 milhões de habitantes; é a 5ª maior cidade. Ela também é considerada o maior centro econômico da Índia, com a maior renda per capita do país, a terceira que mais recebe investimentos estrangeiros e a que possui o maior crescimento de mercado.

No setor de TI (Tecnologia da Informação), Bangalore representa 38% dos US$ 22 bilhões exportados em 2005. A cidade é sede da Infosys e da Wipro, segunda e terceira maiores empresas de software da Índia respectivamente, e ainda possui escritórios de empresas como 3M, Motorola, HP e Siemens – tudo isto a poucos quarteirões de onde estudarei.

E é por isto que para lá vou! Ok, não é só por isto mas sem dúvida este foi um dos motivos. O outro mais óbvio é a minha fascinação por explorar novos destinos e tudo o que eles oferecem.

A porta que abri no começo deste texto foi para um ambiente imenso, do qual ainda não pude ver o outro lado – nem quero ainda. Certa vez um grande amigo me disse: “... ao estar em terras estrangeiras, abra bastante os olhos, o nariz, os ouvidos. Mantenha, tanto quanto possível, a boca fechada. Assim aprenderá mais.” São sábias palavras que tento carregar comigo desde 2002.

PS1: Bangalore fica aqui: http://maps.google.com/maps?f=q&hl=en&geocode=&q=bangalore,+india&ie=UTF8&z=11&om=1

PS2: Não quer esperar pelos meus próximos textos para saber mais sobre a Índia e Bangalore? Digite então os dois nomes no Google. Você vai encontrar mais do que o suficiente para saciar sua curiosidade.

PS3: Busquei informações para este texto de diversas fontes. A maioria das estatísticas, no entanto, foram extraídas da Wikipedia. As informações daqui, portanto, não são 100% confiáveis.

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