Achei mais um!
Ei mãe! Achei mais um! No bolso de uma das minhas calças! Pode deixar que farei o possível para te deixar muito orgulhosa, tá? Beijos!
A viagem – 2a parte
Então pessoas, continuando a narrativa da minha viagem... (ah! Molera, faltou dizer que eu acho que ganhei de você no trajeto Rio x Frankfurt!)
Cheguei em Frankfurt depois de 12 horas de viagem e dormindo pouco num espaço pequeno e sentado. Considerando as 5 horas de vôoo até o Rio de Janeiro, já somam umas 17 horas de avião-aeroporto-avião-aeroporto... Minhas pernas doiam inteiras, da cintura até o dedinho do pé (mas sem unha encravada dessa vez, tá engraçadinhos!).
Então, desembarquei, achei minha mala numa boa, atravessei o controle de passaporte - com alguns italianos tentando ser espertos denovo - e até ali consegui ler umas pouquíssimas palavras em alemão no aeroporto, o que não mudou muito até minha partida. E fui eu atrás da área de embarque para fazer o check-in para o voo até Aalborg.
Pois bem, daí veio minha primeira dúvida: para chegar no salão de embarque, tinha que subir uma escada rolante e nas instruções tinha uma foto sem faixa de proíbido de uma pessoa com um carrinho subindo as escadas rolantes! Eu fiquei acho que uns 5 minutos indo pra frente e pra trás com o carrinho em dúvida se ia ou não ia. No final, deixei o carrinho por lá mesmo e subi.
Até aí era tudo mais ou menos perto. Mas só atér aí! Nunca vi tanto guichê de companhia aérea junto!!! Interminável o negócio e por incrível que pareça, a grande maioria era da mesma companhia aérea! A tal da Lufthansa domina tudo aqui. E a gente reclamando que no Brasil só tem duas...
Tudo certo com o check-in e uma fortuna em peso extra fui eu achar meu portão de embarque... Minha nossa senhora dos lugares longe! Com esteira rolante e o caramba demorei acho que uns 15 minutos pra chegar no meu portão. Que acabou mudando para uns 4 números atrás. E as perninhas latejando. Pra embarcar, eles também usam ônibus aqui! Acho que temos que parar de achar ruim das coisas aí no Brasil. Não preciso dizer que dormi com 10 minutos de vôo até Copenhagem. Cheguei lá num sentia mais nada! Nem perna, dedinho do pé, nem sono, nem cansaço.
O aeroporto de Copenhagem é bem bonito, tem uma parte de piso de madeira e árvores baixas dentro, belíssimas lojas e tudo mais. (Caraca! Esqueci de tirar foto: ACHEI MIRINDA numa loja!??! Lembram, aquele refrigerante de laranja da Pepsi???) Mas pra variar, os portões são longe até dizer chega. Mais uns 10 minutos de caminhada em esteiras rolantes até o meu portão.
Esse vídeo é minha primeira vez. Por favor, sejam bonzinhos! hehhehe! Comentem aí.
O vôo para Aalborg foi bem rapidinho, 30 minutos e eles não servem nada! No embarque vc pode pegar água se quiser, ou copo para um cafezinho. E é isso, ponto final. Nem deu tempo de dormir. Até então, o tempo estava lindo em todo o trajeto. Céu azul, poucas nuvens, sol brilhando. Foi só eu aterrisar em Aalborg que começou a chover! E num era pouco não! E a companhia aérea nem aí! Guarda-chuva pros passageiros?! hahahahahha! You wish! Ainda bem que era pertinho do lugar pra pegar as bagagens.
O aeroporto aqui é bem pequeno e ainda por cima estava em obras. Mas deu tudo certo. Peguei minhas coisas e fui eu atrás de achar a Student's House para saber onde eu ia ficar, quem ia dividir o apartamento comigo e tudo mais. Mas isso tudo são cenas do próximo capítulo. Até!
Para minha mãe
Ei Mãe! To desfazendo a mala aos poucos e comecei a achar seus bilhetes! Resolvi escrever só pra agradecer por tudo que você fez por mim, afinal, você é a maior responsável pela minha presença aqui na Dinamarca. Obrigado pela força, pelas lições, por acreditar sempre que eu posso ser melhor e por todo o resto! Te amo!
Mas sobre o bilhetes, quantos são? Quero ter certeza que vou achar todos! Até agora foram 2!
Beijos!
A viagem – 1a parte
Salve salve simpatia!!! Finalmente to conseguindo escrever e ao longo dos textos vou explicando por que. Neste aqui, falo da primeira parte da minha viagem, até Frankfurt.
Então, saí de Vitória as 7:15 da manhã com a presença de pessoas que eu adoro e agora ainda mais! Piu, Jojo vou sentir falta da alegria de vocês, Momo, Ana e Flavinha, vocês não tem noção do que significou a presença de vocês lá. Momo, muito obrigado pelas palavras! Lembro delas sempre! Binhuda, não preciso dizer muito mas faço questão: muito obrigado mesmo! Por tudo e sempre! Agradece sua mãe! Já tô até usando o gorro e o cachecol, depois eu mando as fotos nos próximos posts. Namorada! Te amo, te amo, te amo!!! Obrigado por tudo! Mas então...
Saí de Vitória e quando chegávamos perto do aeroporto do galeão a paisagem começou a mudar de oceano azul para um mar de MUITAS montanhas verdes. Desconfiado como sempre, comecei a ficar inquieto com uma área que parecia de extração de madeira que, curiosamente, tinha o contorno das cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Logo veio a voz do piloto explicando: nevoeiro sobre a cidade e aeroporto fechado. Que beleeeeeza! Ninguém tinha que pegar voô no rio meio-dia mesmo! E lá fomos nós para Belo Horizonte...
Depois de uma hora ou um pouco mais - na qual meu computador não funcionou -, finalmente embarcamos de volta para o Rio, chegando lá as 11 horas da manhã! Correndo que nem um desesperado com uma malade 40 kg no carrinho, atropelando todo mundo nas esteiras rolantes, cheguei suando no balcão internacional da Varig - obviamente depois de errar o caminho 2 vezes. E o povo lá na maior das tranquilidades pra tudo. Agora vem a parte legal: na fila para o passaporte tinha mais italiano que qualquer outra coisa. Resultado? Todos eles queriam furar fila!!! Impressionante! Eu achei que isso era coisa de Brasileiro mas os italianos TODOS, sem exceção, tentavam! E se a colombiana da minha frente num tivesse saído da fila eu acho que eles tinham conseguido.. Humpf! Já num gosto mais deles! heheheh! Mas finalmente deu tudo certo e cheguei no meu portão de embarque uns 10 minutos antes de começar o embarque - e meu computador continuava sem funcionar.
Embarquei no vôo para Frankfurt todo feliz! A funcionária da Varig tinha conseguido um lugar pra mim na janela e eu entrei todo feliz achando que ia conseguir tirar 1 milhão de fotos da viagem mas... bem, veja por você mesmo a janela que ela conseguiu pra mim...
Bão, hein?!?!
Mas então, a boa notícia é que ao meu lado veio um Austríaco muito gente boa. Ele é Arqueólogo - não, ninguém lembrou do Ross de Friends aqui não! - e mora no sul da Alemanha e tem amigos no Brasil. Viemos discutindo um bocado sobre o Brasil e mais um monte de coisa. Foi muito bom pra treinar o Inglês e pra me acostumar em falar com pessoas que nunca vi na vida. O que tem sido bem frequente por aqui! =)
Mas cheguei em Frankfurt numa boa, por volta de 5 da manhã, horário local. Conto minha aventura por lá no próximo post. E estou tentando preparar um vídeo pra vocês pra postar no you tube na última parte, beleza?
Até a próxima!
Era pra ter mandado do Rio…
Salve salve simpatia! Diretamente da terra do Cristo, rapidamente, para dizer que agora está tudo bem. Depois do meu voo ser desviado para BH e eu chegar aqui somente as 11 horas, já estou sentado na sala de embarque aguardando meu vôo. Explico melhor mais tarde com mais calma.
Por agora só agradecendo a todos que foram no aeroporto: alegria do trio WS - Ana, Monicão e Frivis, o Carinho
Mas que diabos…
Após 1 mês aqui na Índia, alguns hábitos locais ainda são simplesmente inexplicáveis para mim. Veja abaixo uma lista de perguntas que faço a mim mesmo em meu divã mental, numa tentativa fútil de compreender milhares de anos de história:
- Por que os indianos sorriem e balançam a cabeça incontrolavelmente, da esquerda para direita e vice-vesa, em sinal de total incompreensão do que estamos dizendo?
- Por que eles param inesperadamente no meio da rua e procuram um cantinho qualquer para mijar, em público e no chão mesmo?
- Por que o
tráficotráfego não possui faixa de indicação das vias e a buzina é um elemento obrigatório de qualquer motorista? - Por que eles sempre dizem sim mesmo quando tenho certeza de que não poderão cumprir o que está sendo pedido?
- Por que nas boates só casais podem entrar?
- Quem veio primeiro, afinal, o ovo ou a galinha?
Tá, a última pergunta não conta mas todas as outras provocam espasmos de risos devidamente contidos sempre que presencio uma destas situações inusitadas. O meu medo maior, no entanto, é voltar daqui balançando a cabeça como eles...
Blog in English
Então, para a manter a boa forma do meu inglês, acabei de criar um blog em inglês. O foco lá não é narrar as minhas experiências na Índia, ao contrário, pretendo escrever um pouco de tudo o que me interessa e que também possa interessar leitores...
Falta só a mala
Depois de mais de um mês sem grandes novidades, volto há uma semana da minha partida. No meu último texto dizia que 50 dias era pouco tempo e realmente foi. Não consegui encontrar todos que gostaria e mesmo os que encontrei todos os dias já começo a sentir saudade. Já imaginou quando cair a ficha, então? Por que até agora acho que não tenho idéia de quanto tudo vai mudar. Só sei que vai...
Recebi onem meu visto e um pouco antes essa semana a notícia de que já tenho endereço dinamarquês! Só não passo pra vocês ainda porque prefiro chegar e conferir o estabelecimento. Sei que fica a 1 km do centro da cidade e a 5 km da universidade – o jeito vai ser arrumar uma bicicleta ou aprender dinamarquês pra conseguir enteder o site do transporte público da cidade e descobrir que onibus vai pra lá...
Semana que vem começa a arrumação da mala e daí pra frente, bom daí pra frente, como eu disse no outro texto, vai saber...
Dia da Independência Indiano
Ontem, 15 de agosto, foi celebrado o 60º ano de independência da Índia. Até 1947 a Índia era uma colônia do Reino Unido que incluía também o Paquistão. Tradicionalmente, a data é comemorada com o hasteamento oficial da bandeira e um discurso do primeiro-ministro indiano. Não vou entrar em detalhes sobre a data aqui pois a Wikipédia já está repleto deles. Ao invés disto, registro nos próximos parágrafos as minhas impressões deste dia no centro da cidade de Bangalore.
É inegável o orgulho que este povo sente pelo país. Antes de mesmo de chegar à Índia já tinha esta impressão conversando com alguns indianos. É preciso inclusive cautela pois é comum seus cidadãos enaltecerem o país bem além da realidade.
Durante o dia da independência, este orgulho é externado principalmente através da bandeira: todos parecem querer exibi-la de alguma maneira, em algum lugar. Nos carros, nos postes, nas camisas, nos broches, nos bares e restaurantes... Para onde eu olhava, lá estava a bandeira ou as cores dela representadas.
E como é feriado nacional, o dia é excelente para um passeio em um dos diversos parques da cidade. É claro que não fui o único a ter esta idéia brilhante. E num país com mais de 1 bilhão de pessoas, a palavra multidão é facilmente percebida na prática: Estimativas apontam que mais de 200 mil pessoas estiveram ontem no Lalbagh, o jardim botânico que eu e um amigo resolvemos conhecer.
Apesar da multidão já esperada e a qual já estamos habituados (gente é o que não falta aqui, independente da data, hora ou local), o parque é extremamente agradável e bem cuidado embora falte educação nos hábitos locais – as pessoas simplesmente e naturalmente jogam o lixo no chão, não importa onde estejam.
Ele foi construído em 1760 por Hyder Ali, um governante real da época e tem uma área de 240 acres (971.245m2) onde estão presentes diversos jardins de plantas exóticas do mundo todo. Palco de eventos variados, o parque é um ponto de encontro típico de Bangalore. Ontem, em particular, era o último dia de uma feira/exposição de flores e uma réplica do Taj Mahal feita com rosas era a atração principal.
Já próximo do meio-dia, resolvemos procurar um local para almoçar. Fomos então conhecer a M.G. Road, famosa pelo comércio nos seus arredores. É impressionante o luxo que está nascendo ali. Lojas de grife disputam espaço com shoppings e restaurantes mas também com casas mais simples e com o trânsito sempre caótico.
Não foi difícil, portanto, achar um bom restaurante. Fomos ao 20 ft. High (que pode ser traduzido como 20 pés de altura), um restaurante construído numa plataforma de madeira a, obviamente, 20 pés de altura (6 metros), ao ar livre, em frente à entrada de um pequeno shopping. Nossa agradável surpresa, no entanto, foi descobrir que a carne de boi fazia parte do cardápio!
Após 3 semanas sem comer um pedaço sequer de derivados bovinos, optamos por pratos desta seção sem nem pestanejar. Eu comi um suculento filé chateaubriand e meu amigo, mais contido, optou por um estrogonofe (curiosidade que meu amigo contou e que confirmei na Wikipédia: estrogonofe é um prato de origem russa do século XIX). Como o dia estava claro e quente, a cerveja estupidamente gelada (que também nos faltava desde a chegada na Índia) foi a acompanhante escolhida.
Saciados, ainda demos mais umas voltas pelas ruas comerciais da região antes de retornamos para o campus do Instituto. É claro que, após tanto esforço, um cochilo foi essencial. Afinal, celebrar a independência de um país é um trabalho muito árduo...
P.S.: Só entre nós, sou muito mais o nosso Jardim Botânico no Rio de Janeiro. Muito mais bonito e bem cuidado.
Uma parada rápida na Alemanha
Estava devendo a mim mesmo um relato sobre a minha estada na Alemanha no final de julho. Chegar à Índia requereu um tempo considerável para acalmar os ânimos e vencer a burocracia do país, o que acabou deixando meus relatos sobre a Alemanha em segundo plano.
Em termos práticos, esta não é a primeira vez que vou a terras germânicas. Estive no monstruoso aeroporto de Frankfurt em 2002, antes de embarcar para Helsinki. Desta vez, entretanto, a Alemanha foi muito mais que um olhar pelas lojas de grife e estruturas em granito, vidro e metal, típicas de qualquer aeroporto.
Logo após o desembarque eu já estava na estação de trem. Duas das maravilhas do sistema de transporte alemão são a sua pontualidade e suas interconexões. Do próprio aeroporto embarquei num trem para Munique, na região da Bavária, e da própria estação de trem peguei um metrô para a casa do meu bom e velho amigo Florian, um alemão que conheci durante minha estada na Finlândia 4 anos antes.
A vantagem de estar numa cidade com um morador dela é que suas opções de turismo acabam indo muito além dos típicos pacotes de agências de turismo. Além das principais atrações de Munique (o estádio olímpico, o centro histórico, igrejas, museus, parques, e praças) pude conhecer a cidade sob a ótica de um de seus cidadãos.
Assim, acabei indo a uma cervejaria local, comi weißwürste (salsichas brancas) acompanhadas de uma mostarda caseira e pretzels, andei de bicicleta pela cidade e fui a um bar local, cheio de alemães viciados por futebol onde assisti a Bayern vs. Stuttgart. Felizmente o Bayern ganhou então pude participar de um amistoso encontro de amigos... Não quero nem imaginar o que seria do bar se o time da casa tivesse perdido.
Claro que um dia é pouquíssimo tempo para conhecer esta fantástica cidade e matar a saudade do amigo. Infelizmente minha jornada tinha que continuar rumo a Berlin na mesma madrugada. Dormi míseras 2 horas e acordei no susto para pegar o metrô e embarcar no trem rumo à capital alemã. Umas 7 horas depois cheguei à mais impressionante de todas as estações de trem pelas quais já passei.
A moderna estação central de Berlin foi inaugurada ano passado, no dia 26 de maio. De lá, se tem uma vista incrível do Reichstag, o prédio do parlamento construído em 1894. A fusão do moderno com a história da cidade foi perfeita e esta relação da estação central com o prédio do parlamento, para mim, é um exemplo disto. Aliás, o próprio parlamento ousa se exibir moderno ostentando uma cúpula toda em vidro que custou mais de EUR 300 milhões e ficou pronta em 1999.
Em Berlin, é impossível deixar de notar as marcas da antiga Alemanha Oriental. Os restos do muro que dividia a cidade talvez sejam a cicatriz mais forte do pós-segunda guerra. Estive no trecho do muro mais extenso ainda em pé e lá, por trás de pichações recentes praticadas por vândalos, estão obras de arte de artistas do mundo inteiro, pintadas no próprio muro, retratando os sentimentos da época de sua queda, em 1989.
E onde antes só havia o vazio que separava as duas Alemanhas (eram dois muros e um limbo minado entre eles para aumentar a “segurança”) hoje prédios comerciais ultra-modernos ditam o rumo da nova cidade. Eu me senti na própria Times Square, em Nova York, ao visitar o Sony Center, um tecnológico complexo de entretenimento.
Fiquei só 2 dias em Berlin mas praticamente não parei ou dormi. A cidade é tão incrível que suas atrações, por si só, recarregavam minhas baterias. O próprio hotel onde fiquei era uma atração a parte pois foi todo inspirado na arquitetura e na decoração das antigas casas da Alemanha Oriental. Incrível viver um pouco da simplicidade daquela época e perceber quão limitados recursos eles possuíam. Para quem quiser, recomendo o Ostel. O próprio site já dá uma boa noção do que se trata o lugar.
Finalmente, depois de me despedir de outro grande amigo que pôde me encontrar por um dia, ainda arrumei tempo para visitar os principais museus da cidade. E eles foram um deleite para os meus sentidos; uma experiência certamente inesquecível.
Fui a 3 museus, no total, todos parte do complexo da Ilha do Museu (Museum Island) e com belos acervos, sem contar a arquitetura dos prédios. Entretanto, o que realmente merece destaque é o Pergamon Museum (Link para a Wikipédia em Português), nome em referência ao Altar de Pergamon, uma construção monumental do ano 200 AC, feita pelos gregos na cidade de mesmo nome (o nome atual é Bergama, na Turquia). O altar impressiona ainda mais pela quantidade de elementos originais e pela magnificência de sua restauração. A sensação é de voltarmos no tempo, literalmente.
Como se não bastasse, outra gigantesca estrutura encontra-se no mesmo museu. Trata-se do Portão Ishtar (Ishtar Gate), o oitavo portão para o interior da cidade da Babilônia, construído aproximadamente no ano 525 AC. Eu não faço idéia da altura do portão e é claro que apenas alguns fragmentos são originais. Mesmo assim, só a visão imponente desta estrutura já me impressionou.
Por fim, ainda sem dormir, tive que embarcar no meu último trem na Alemanha, desta vez de volta para Frankfurt, onde meu vôo para Bangalore me aguardava. O resto da história vocês já sabem, já foi contada aqui no blog...