Århus
Ei pessoal! Sei que estou um pouco sumido mas é que essas duas últimas semanas foram bem corridas aqui. Acho que eram as piores do semestre. Agora cada vez mais vou ficar só por conta de trabalhos e, em 2 semanas só por conta do projeto do semestre. Moleza? É quase uma monografia!
Pois bem, meu propósito aqui hoje não é falar pra vocês sobre a universidade. Sábado passado fomos a uma cidade chamada Århus, que fica a mais ou menos 1 hora, 1h:15m (de carro) aqui de Aalborg.
Saímos daqui por volta de 10 horas. Fomos eu, o Fabian e o Floor. Esse último dormiu no banco de trás a viagem de ida inteira. Pela primeira vez pude viver o que é dirigir sem saber o caminho e chegar no lugar certo. O Fabian tem GPS no carro dele. O aparelhinho é show de bola! (Pobre é um problema sério!)
Pois bem, chegamos lá por volta de 11:30, estacionamos um carro num shopping/estação de trem e fomos direto para o centro de informações turísticas pra descobrir onde eram os lugares que nós queríamos ir. Vale dizer que o dia estava perfeito – porém frio como sempre (e está piorando). Aliás, o Floor quando acordava só falava disso. Segundo ele é o assunto preferido dos holandeses e ele poderia passar HORAS (!!!) falandos sobre o clima.
Pausa aqui pra explicar o que a gente foi fazer lá. A Sofie joga basquete pela divisão de elite aqui da Dinamarca. Como aqui tudo é muito profissional e organizado, pensei que era um jogo num ginásio grande e, por mais que não lotado, pelo menos cheio. Ela nos deu umas dicas de o que tem pra ver em Århus de mais bacana. As dicas foram: uma rua que tem um rio no meio e cafés dos dois lados, a mini-Veneza daqui; e uma estátua de um menino que fica dentro do museu mas que dá pra ver do lado de fora. Ah! E tinha uma loja exibindo um Aston Martin, o carro do 007.
A tal rua achamos fácil. Vejam aí nas fotos. Bem bacana e um clima bem legal. Aqui tivemos algumas provas da globalização: 1/ um brasileiro, um alemão e um holandês comendo comida mexicana na dinamarca; e 2/ um brasileiro tentando ensinar uma frase em polonês pra um alemão na dinamarca.
Seguimos então para achar o tal museu. O número indicado no mapa estava errado, o que significa que começaram a me culpar pelo meu excelente trabalho de navegação. Como eu disse, excelente trabalho: insisti um pouco mais e achei no quarteirão seguinte. Fica ao lado da Opera House e em frente a uma área aberta, dos dois lados da rua, compondo uma paisagem diferente dos prédios de tijolinho vermelho.
Depois disso, seguimos para o ginásio. Pequeno e vazio. O jogo também não era lá grande coisa. Mas a organização dentro da quadra era bem diferente. Coisa séria mesmo. Tinha até um cara “narrando” as jogadas no microfone. Claro que era em dinamarquês e eu não entendi nada…
Voltamos no início da noite pra Aalborg. Pude observar um pouco mais a paisagem e confesso que bateu uma saudade danada do Brasil. Por aqui é tudo muito plano. Você consegue ver o horizonte sem uma montanhazinha sequer pra atrapalhar a visão. Outra coisa marcante na paisagem é a constante presença de geradores de energia eólica (vento).
Sei que no final das contas valeu muito pelas gargalhadas com esses dois figuras! O Floor principalmente é impagável! Entusiamo constante e espírito de criança dentro de um holandês: combinação explosiva! Ehhehhe!
No mais,
beijos abraços e saudade!