Fala povo!
(Quer dizer, eu que tenho que falar, né?)
Pois bem, com algumas semanas de atraso venho relatar minha viagem a Barcelona. Difícil não elogiar a cidade do princípio ao fim deste post. Se alguém já foi a Barcelona e não gostou eu ainda estou pra conhecer. A cidade é simplesmente fantástica!
Partimos de Aalborg dia 26 de janeiro eu, Richard (francês), Gosia e Krisya (polonesas). No trajeto até lá só faltou barco mesmo pra completar todos os meios de transporte: carro do Luna até a estação de trem; trem até Randers (a pronúncia é bem diferente, algo como rAnAs); ônibus até o aeroporto de Århus; avião até Girona, outro ônibus até Barcelona; e enfim uma caminhada até o albergue. E umas 11 horas depois chegamos! Simples assim!
Chegamos à noite portanto só fomos até um bar com um amigo nosso espanhol, Iván, que foi nosso guia nos dias seguintes. Andamos um pouco procurando um rock bom, bonito e barato. Sem sucesso, voltamos para o albergue já que o próximo dia prometia ser bem longo.
De fato. Os 2 dias seguintes foram de aproximadamente 10, 12 horas de caminhada pela cidade. Difícil traduzir a impressão. A cidade é toda feita de largas avenidas, bastante espaço entre os prédios, calçadas arborizadas, um clima sensacional (tá bom, depois de 6 meses de Dinamarca, 18 graus, sol e céu azul são suficientes pra eu achar o clima sensacional) e muita gente andando pelas ruas.
Alguns pontos merecem destaque, essecialmente devido a Gaudí. Ele parece ser responsável por muito do que Barcelona é hoje. Sua concepção arquitetônica e seus projetos ilustram muitos pontos da cidade como A Sagrada Família, Parque Güell, Casa Batlló, La Pedrera são alguns exemplos onde estive. Sem dúvida são lugares que impressionam pela criatividade e agradam o olhar, por mais fora do padrão que seja e a princípio cause estranheza.
A orla que visitamos (praias Villa Olímpica e Barceloneta) foram reformadas para as Olimpíadas de 1992 (lembram? Foi quando o Brasil ganhou a primeira medalha de ouro olímpica no vôlei) e portanto é extremament agradável e bem cuidada. Diversos bares e restaurantes de qualidade. Claro que não tem quiosque na areia que nem no Brasil – infelizmente – mas ainda assim bastante agradável.
Algumas fotos são de lugares que não mencionei no texto. Foram tantos lugares que visitamos em 2 dias e meio que fica difícil contar tudo em detalhes para vocês. Sei que foi pouquíssimo tempo para poder realmente VIVER Barcelona. Vi muito do que a cidade tem mas não tive a oportunidade de aproveitar tudo isso. Quem sabe uma nova visita durante o Verão?
No mais,
Beijos, abraços e saudade!
Marcelo.
Ontem eu e mais dois amigos fomos jantar no centro de Bangalore. O local era bacana e tinha boa comida mas nada disto importa mais. Na saída, vimos um rato asqueroso saindo da cozinha em direção ao bar, perambulando entre copos e garrafas até encontrar um novo esconderijo. Conto os detalhes em inglês para que todo mundo saiba.
Precisei recontar minha experiência na Finlândia em 2002 para que vocês pudessem entender o contexto do meu retorno àquele país em Dezembro de 2007:
- “Tervetuloa!” – Escutei ao entrar no avião. Como era bom ouvir a língua finlandesa novamente!
A viagem de Varsóvia à Helsinque ocorreu sem contratempos. Cheguei por volta das 3 da tarde e já anoitecia; A temperatura cravava 0 grau no visor do carro. Finalmente esfriara o suficiente para que eu pudesse acreditar que veria neve novamente, nem que fosse pelo menos algum sinal.
Do aeroporto, em Vantaa, região metropolitana de Helsinque, parti direto para Espoo, na casa de meus amigos onde me hospedei. É claro que fui recebido de braços abertos e me senti em casa. Como era bom rever aquele povo tão querido e pelo qual guardo profunda admiração, respeito, e carinho.
Neste mesmo dia, caminhamos pelos arredores de onde estava hospedado enquanto botávamos os assuntos em dia. 5 anos foram suficientes para acumular bastante coisa. Na região pouca coisa mudou: Espoo continuava bela, mesmo no inverno de árvores desfolhadas e dias mais curtos. Entre meus amigos, algumas novidades que vêm com o amadurecimento: Casamento, filhos, melhores empregos, casa própria, essas coisas... Mas não necessariamente nesta ordem.
Acabou que não rolou turismo neste dia. E nem fiz questão mesmo. Estava ali muito mais pelo reencontro do que qualquer outra coisa. Após um saboroso jantar num restaurante local (carne de rena, minha favorita!), nos direcionamos para uma apresentação da Orquestra Senegalesa Baobad, música africana de primeira (com ligeira semelhança aos cubanos do Buena Vista Social Club), num ritmo multicultural que fez até os finlandeses dançarem. Terminamos a noite aos papos num pub. Noite inesquecível!
No próximo post conto os detalhes do passeio pelo Centro de Helsinque e se a neve veio ou não afinal.
Nähdän!