Dublin, Irlanda
(num tem bandeirinha da Irlanda porque o cara enrolado aí do lado não deu jeito… hahaha!)
Desde outubro do ano passado que vinha recebendo e-mails de uma amiga minha dos tempos de Administração na UFES, especialmente durante a minha fase na Empresa Júnior (EJCAAAAAAAAAAAAAAAAADDD! – pra você babé!) me convidando para ir a Dublin. A Íris, essa figura sensacional, me convidou pra ir assistir jogo do Brasil, St. Patrick’s Day, pra ir sem motivo algum e etc. E se Não fosse a insistência dela acho que eu não teria ido… Valeu, “baxinha”!
Pois bem, essa viagem teve de tudo um pouco e muita Guiness – cerveja tradicional da Irlanda e uma das mais famosas do mundo. Pra resumir a parte da viagem: saí de Aalborg por volta de 5:30 da manhã e cheguei em Dublin por volta de 21:00!!! Leitura, bater papo com estranhos no aeroporto, dormidinha de 1 hora e até que não foi tão ruim quanto eu imaginava. Mas também, eu estava indo para Dublin…
Chegando lá, a Íris foi me buscar no aeroporto com um outro capixaba morando por lá também, o Alexandre. Grande figura! Não lembrei de primeira mas depois de alguns nomes em comum da galera da comunicação da UFES, ficou fácil. Como eu aprendi e repito: Vitória tem 3 pessoas: eu, você e alguém que a gente conhece.
Mas como não podia deixar de ser, Brasileiro por todo canto desse mundo, bastou entrar no ônibus pra conhecer mais dois: Miguel e Rodrigo. Esses dois sem dúvida contribuíram com boa parte das risadas da viagem. Eles moram em Londres e trabalham numa instituição que estimula a independência de deficientes mentais. Pegar onibus sozinho, visitar a cidade, fazer compras, enfim, levar uma vida normal (pra quem quiser saber mais sobre essas comunidades: http://www.camphill.org.uk/~worldwide). Duas figuraças! Pra resumir a história.
A primeira impressão de Dublin foi meio estranha. Eu gostei da cidade de primeira. Não sei se pela felicidade de reencontrar uma amiga ou se pela cidade mesmo. Lembra bastante a periferia de Londres a princípio. Porém menor. Com o passar dos dias você percebe que é mais ou menos isso mesmo. A cidade lembra bastante Londres – com um rio cortando a cidade inclusive. Porém mais suja, menos turística, por assim dizer. Não que eles não estejam preparados. Pelo contrário! Posto de informações de fácil acesso, museus e patrimônio histórico preservados e tudo mais. Porém as margens do rio Liffey não são tão bem aproveitadas como o Tâmisa.
Sobre as pessoas, acredito que eu não tenha tido a impressão certa deles. St. Patricks’ day não é a melhor época para você ir a Dublin se quiser conhecer irlandeses. Acredito que ouvi mais português nas ruas que inglês. Mas a atmosfera da cidade durante esse período é fantástica! Vocês vão ver nas fotos no final desse texto: alegria e descontração tomam conta das ruas. Alguns dizem que é o “carnaval” deles. Tem até parada nas ruas com vários grupos passando – mas tenho que dizer que é bem chato pois você não consegue ver nada, não pode atravessar a rua quando quiser e a música é daquelas bandinhas de escola…
Mas o que mais impressiona é o orgulho que eles tem da história e da independência deles. Isso não é questionável. Alguns dizem que é inclusive preciso tomar cuidado com o que você fala para um irlandês, especialmente se for sobre a Inglaterra… Aliás, o sinal “V de vitória” que fazemos com os dedos da mão por lá é ofensa! Para eles representa os dedos com que os arqueiros ingleses seguravam as flechas, e esses eram os responsáveis por inúmeras mortes de irlandeses durante as guerras pela independência.
Como sempre, falei demais. Portanto vou encerrando por aqui. O que faltou dizer foi sobre o tour que fiz pelo interior da Irlanda no domingo que estive lá. Mas sobre isso, as fotos falam por si só. O país é simplesmente impressionante! Natureza belíssima mas bem diferente da exuberância brasileira.
Ah! A volta de Dublin para Aalborg foi tensa! Dormi no Aeroporto em Londres, cheguei tive que ir direto para uma reunião e cheguei em casa por volta de 15:00. Considerando que saí de Dublin às 21:45 do dia anterior, foram 17 horas de viagem…
Próximo post: Grundfos Challenge!
PS: Pra quem quiser saber de quem são as estátuas:
O’Connell (http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_O’Connell – em inglês)
Jim Larkin (http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Larkinm – em português)
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Category: Irlanda | Tags: Dublin, Irlanda, St.-Patricks-Day 4 comments »
abril 12th, 2008 at 08:01
Aleluia!!! Até que enfim!!! Este jeito de conhecer o mundo com vocês é muito legal!!! Adorei Dublin. Qual é do chapelão verde? algum significado especial?
Muito lindo o interior da Irlanda.
Beijos, muitos beijos,
Astrid
abril 12th, 2008 at 08:05
Ei mãe. O chapelão verde é por conta do Leprechaun (http://en.wikipedia.org/wiki/Leprechaun), o gnomo irlandês, símbolo do país…
novembro 8th, 2008 at 21:11
Antes de viajar para Dublin para estudar inglês tinha varias duvidas.
Encontrei um site bem resumido http://www.seaventurandoemdublin.com .
Me ajudou na compra de passagem, escola e acomodacões, alem de
ter me ajudado bastante assim que cheguei em Dublin. Gostaria de passar a todos.
Além de dicas, tive a oportunidade de visitar atrações na cidade que não tinha ideia que a cidade propunha.
dezembro 28th, 2009 at 04:31
Irlanda, Dublin, Kilkenny lugares fora do sério, muito 10!
http://www.royal-holiday.com.br