Rapidinhas direto de Vitória, ES e um problema no Cinemark
Conforme divulgado, já estou de volta ao Brasil desde a semana passada. Adiantei meu vôo em dois dias para fugir da inauguração do novo aeroporto de Bangalore. Novidades governamentais na Índia são sinônimo de muita confusão e problemas.
Em Vitória, já revi meus familiares e alguns amigos. Ainda não deu tempo de “chegar” por completo. Uma boa notícia foi a excelente temperatura média do inverno daqui da capital, quase o oposto do verão indiano insuportavelmente quente e seco.
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Quarta-feira passada estive na Aracruz Celulose com um grupo de alunos do mestrado e da graduação em Ciências Econômicas da UFES. A visita foi extremamente elucidativa na abordagem dos processos inovativos que ocorrem na empresa. Conto mais detalhes depois.
Agradeço ao Prof. Arlindo Villaschi pelo convite.
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Escrevo este post após chegar de uma sessão inusitada de cinema. Ou melhor, uma pseudo-sessão. Tentei pela segunda vez assistir ao novo Indiana Jones sem sucesso. Na primeira cheguei atrasado, mas desta vez, no Cinemark (faço questão de destacar o nome), estou isento de qualquer responsabilidade pelo fracasso.
A projeção do filme começou atrasada, cheia de falhas e distorções, e sem as legendas, gerando gritarias de protestos nos primeiros 10 minutos. Depois, quando acertaram os problemas, a gerência se recusou a recomeçar o filme, provocando uma debandada geral da sessão.
Após muita reclamação, conseguimos o reembolso dos ingressos, da pipoca e do refrigerante, o mínimo aceitável pois não considera o estacionamento, a gasolina gasta, o tempo despendido, e a frustração e o aborrecimento de não conseguir ver o filme.
Era visível também o despreparo de toda a equipe em lidar com a situação. Não havia nenhum tipo de controle para o reembolso e a funcionária responsável não sabia como lidar com os clientes mais exaltados. Inacreditável também a demora em acertar o filme e a recusa em começá-lo novamente.
Já tive problemas antes no Cinemark com o excesso de iluminação durante a sessão, com falhas no som, com filas demoradas para compra de ingresso e pipoca, e com atrasos no início da projeção. Obviamente, pelo menos em Vitória, a empresa ainda precisa melhorar muito.