Segunda parada: Cracóvia
Salve, salve pessoas! Estou de volta com a miha segunda parada da minha viagem de Verão. Vou agilizar or posts porque senão eu volto pro Brasil antes de terminar de contar essa viagem!
Pois bem. A Cracóvia, ainda na Polônia, não será apresentada aqui no blog pela primeira vez. Meu irmão passou um dia por lá e vocês podem conferir a impressão dele aqui . Que é um pouco diferente da minha.
Aqui foi minha primeira parada sozinho. Cheguei no início da tarde, e depois de deixar a bagagem no hostel, parti para dar uma volta pela cidade. Fui direto ao centro histórico que é bem bacana. Rodeado por uma área verde, a região é o coração turístico da cidade, onde estão o mercado, museus, igrejas, e por fim o castelo de Wawel. Cheguei no castelo um pouco tarde e já estava fechado portanto pude só conferir a vista da cidade e o exterior do castelo e da igreja anexa. Dois dias depois visitei a área das armas e armaduras (já que tinha que pagar pra ir em cada seção, o orçamento só dava pra uma das seções). Pra mim que nem gosto da era medieval, escolhi a área certa.
De volta ao hostel para descansar e descobrir o que fazer a noite – afinal de contas museu e monumentos não são suficientes – conheci um casal bem gente boa. Tom, um americano e a Kasia, polonesa mas que mora nos Estados Unidos também. Daí pra frente não estive mais sozinho até meu último dia. O que ajudou bastante, afinal na Polônia nem todo mundo fala inglês. Saímos, mas era segunda-feira. Não se pode achar muita coisa numa segunda-feira.
Dia seguinte fomos a Auschwitz, nome alemão da cidade O?wi?cim onde se encontrava o maior campo de concentração dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Triste, assustador, repugnante, horror. Andar pelos corredores que abrigaram milhares de judeus, ciganos, poloneses, homossexuais e todas as outras pessoas categorizadas como animais pelos alemães sem dúvida mexe com as suas emoções e te faz repensar o futuro da humanidade. Quando algo desse tipo é possível, me assustar pensar que pode acontecer denovo, assim como dizia o Museu dos Judeus da Europa Assassinados que visitei em Berlim. Mas por isso mesmo é imperdível. É preciso ver, visitar, lembrar, e marcar esse tipo de atrocidade na memória para que jamais volte a acontecer.
No meu último dia por lá, ainda com o Tom e a Kasia, resolvemos ir visitar uma tal Mina de Sal nos arredores de Cracóvia. O nome da cidade é Wieliczka, e a tal da mina é uma das mais antigas do mundo e pelo que todos diziam muito bonita (vi até algumas fotos num livro que tinha no albergue). Já dizia o ditado, quando a esmola é demais… Mas não desconfiei de nada. O vídeo abaixo é só o começo da barca furada que é o lugar…
Na verdade o lugar é realmente bonito. O problema é que aempresa dona da mina (ainda ativa) tem um péssimo senso rídiculo. Tudo é exagerado, exacerbado, chega a ser até babaca em alguns momentos, como por exemplo a tentativa de representar a presença de um fantasma em uma das cavernas com luzes e sons. Várias estátuas sem muita relação com o lugar estão presentes e o guia vai contando umas histórias mirabolantes pra justificar as estátuas. Pra piorar a situação eles tentam te vender tudo dentro da mina, em determinado momento dizem que tem que pagar até pra tirar foto (descobri mais tarde que na entrada está avisado em letras miúdas). Eu sinceramente fingi que não tinha ninguém traduzindo pra mim o que o guia polonês falava.
O lugar na verdade nem é tão ruim. Fato é que com tanta papagaiada feita, eles conseguiram destruir a experiência de um lugar belíssimo, como vocês podem ver nas fotos.
Voltamos no final da tarde, o Tom e Kasia partiram para Varsóvia e eu fui encontrar outras pessoas que conheci no albergue. Fiquei na rua até as 4:30 da manhã já que eu não tinha lugar pra dormir nesse dia e parti para a estação de trem onde embarquei para Wroclaw, minha terceira parada, e última na Polônia. A essa altura, já estava achando muito bom viajar sozinho.
Até o fim de semana, galera!
Beijos, abraços e saudades!
PS: Me esperem no Natal que eu estou chegando! Vou ao Brasil passar Natal e Reveillon. Prepara a muqueca, o churrasco e as costelas que o abraço vai ser apertado! Lá vem eu!
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Hey guys!
This post is about Krakow (Cracóvia, in Portuguese) and the places I’ve been while there. I explained a bit about the Old Town and the historical buildings, churches and the Wawel castle.
Also, I explain a bit how awful is Auschwitz, the biggest concentration camp of the Nazi during the Second World War; although it is necessary to go there and make sure everyone knows and remembers what kind of madness mankind is capable of.
On the last day, I went to Wieliczka, where the Salt Mine is and that couldn’t be more of a disappointment. The place is actually beautiful but the administration just ruins it with some crappy attempts of creating an atmosphere that definitively is not there.
The video is the line to get in the Salt Mine so you can see how many people are actually fooled by them. Just like I was…
Anyway, on the weekend I’ll talk about Wroclaw, my 3rd stop and the last one in Poland, where I could meet Gosia again, another great friend of mine (because good is just not enough for her).
See you then!
Cheers!
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Category: Polônia | Tags: Cracóvia, Eurotrip-2008, Polônia 3 comments »
agosto 20th, 2008 at 11:27
Por alguma razão nem todos os ícones de fotos estão aparecendo. Você vão perceber ao passar as fotos que existem mais do que as que aí estão representadas pelas miniaturas.
***
For some reason not all the pictures have their miniatures exposed. Click on the first one and keep going forward an you will notice that.
agosto 20th, 2008 at 14:18
Hhauhauhau!!
To imaginando a cena de vc deitado no chao pra tirar aquela foto!! Tudo pela arte ne! hihihi Figura!!
Agora vc tem 4 meses para acabar os posts e as viagens so acumulando!! hehe
bjokas!!
agosto 20th, 2008 at 15:57
Er… pensou na possibilidade de eu ter apenas colocado a máquina no chão e apertado o botão sem deitar? =P
Por isso mesmo que vou ter que correr com os posts. 2 por semana até acabar a viagem. Até pq fora as viagens ainda tenho que falar daqui de Aalborg, né?