Paris é Paris. É impossível definir a cidade de uma forma diferente. Depois de finalmente visitar Paris você vai perceber que o nome da cidade é na verdade um adjetivo. Adjetivo para o que é belo, envolvente, charmoso, encantador, sedutor e saboroso.
Você vai entender porque sinônimo de belo ao caminhar por parques verdes, bem cuidados, decorados com esculturas, árvores, juventude, esportes e alegria. Ao caminhar ao longo do Sena e se admirar com a arquitetura riquíssima e preservada impecavelmente, e integrada com o moderno, com o ousado. E esses contrastes vão te envolvendo a cada esquina em que você vira e percebe mais um charme, mais um encanto, mais um mimo que a cidade te oferece.

Sentar nos jardins sob a Torre Eifell para tomar um sorvete, papear, observar as crianças correndo, casais de mãos dadas, cães correndo alegres, amigos tomando sol, tomando vinho ou cerveja, sob um sol agradável de verão, céu azul, e levantar-se preguiçosamente para um almoço regado a um bom vinho.
Paris não é só Paris pelas ruas e monumentos. Paris é também Paris por seus museus. Sair de Paris sem visitar seus museus é covardia. Medo de perceber que realmente admira aquela baboseira toda de “arte” que a gente escuta tanto falar no Brasil. Medo de perceber que gosta dessa coisa careta, enfadonha que é arte. Passar horas dentro de um museu, olhando por minutos em alguns casos para o mesmo quadro e se interessar no que o artista sentia no momento pois de alguma forma a obra também mexe com você. Medo de finalmente entender que, como ouvi bem depois, arte precisa ser considerada, mais do que bela.
Perceber que Paris corresponde à fama da sua culinária e saborear uma mistura de cozinha oriental com francesa e se surpreender com seu próprio paladar. Inusitadas misturas seduzem sua boca e te fazem querer mais da experiência fantástica que é Paris.
Depois de visitar Paris você vai entender porque pais colocam o nome das filhas de Paris, porque a cidade é tão, famosa, tão requisitada, tão… tão…
…tão Paris!
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Tags: Europa, Eurotrip-2008, França, Paris






Outubro 28th, 2008 at 10:16
Sentou no jardim, boneca, e ficou deslumbrada de vez. E essa história da fama da CU-linária…
Sei não!!!!
Que bom, querido, que você se descobre em cada lugar que conhece. Pra frente, menino, que você já tem que pagar o karma de torcedor de um timeco. Beijos do tio que te ama. RG
Outubro 28th, 2008 at 12:37
Show de bola o texto Marcelim! Agora quero ir ainda mais à Paris… E pelo visto vou ter que ficar um mês inteiro para poder pelo menos degustar tudo.
Abraço!
Outubro 28th, 2008 at 13:16
Quero ir de novo e de novo…e olhem que já fui 2 vezes!!!
Paris nunca é demais…
Beijos
Outubro 28th, 2008 at 18:42
A cidade até que tem umas partes bonitinhas nos cartões postais. Andando um pouco mais a gente vê os pedintes, os mendigos, a sujeira, as favelas, a pobreza. Não foi atoa que a população ficou revoltada e tacou fogo nos carros.
Culinária? Comer comida feita por profissional é bem caro, não dá pra ser todo dia. Fora isso não tem muita opção. Gostou dos escargots? Até que o tempero quebra um galho mas acho que em São Paulo, por exemplo, se come bem melhor.
Realmente é muito bom curtir verão tomando vinho ou cerveja, principalmente em boa compania: facilita muita coisa em qualquer lugar do mundo. Mas daí a dizer que a cidade é uma maravilha vai uma boa distância. Fora esse idioma quase extinto e o analfabetismo generalizado em qualquer outro.
Pra mim, dependendo do cabaret, produto tão original da França, é melhor ir pra p*ta que Paris. Rsrsrsrs, brincadeirinha, não resisti ao trocadilho.
Seja lá na Dinamarca ou aqui, seja feliz sempre. Esteja certo que mesmo distantes, vamos juntos. Abração!