Tag: Viagem


Agora eu vou! Não vou… Vou!

dezembro 6th, 2008 — 2:11am

Pois é, as últimas três semanas têm sido de extrema indecisão. Antes, tinha certeza que voltaria ao Brasil em Dezembro, depois, até ontem, tinha absoluta certeza que não voltaria, agora, tenho certeza novamente que volto! Ah, as nossas certezas…

Por causa da minha tese, um pouco atrasada, havia resolvido adiar o meu retorno ao Brasil e me concentrar mais nos trabalhos. Só que apenas ontem fui ao escritório da Air France aqui em Bangalore cancelar a passagem. Acontece que cancelar esta passagem em particular (por ser mais barata) custa um absurdo e transferí-la para Julho, data em que valeria a pena retornar ao Brasil novamente, é também mais caro por ser alta temporada (aparentemente, Dezembro não é, vai entender estas cias. aéreas).

Resultado: Volto para o Brasil! Ficarei menos, é verdade, apenas 15 dias, mas volto! Faço antes uma paradinha rápida em Paris para rever amigos (conto aqui depois, claro) e outra no Rio para rever familiares queridos que não vejo desde 2007. Dia 17, portanto, logo depois do almoço, desembarco no Aeroporto Internacional Eurico Salles!

A menos que eu mude de idéia novamente até lá… =D

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De volta!

agosto 1st, 2008 — 8:52am

Ei pessoal! Finalmente estou de volta a Aalborg depois dessa viagem que fiz no verão. Passei por 5 países diferentes, 11 cidades, e incontáveis horas de trem para ver isso tudo. Mais de 1000 fotos na máquina, 3 livros lidos, e muitas lições.

Passar um mês viajando sozinho pela Europa me mostrou o quanto é possível fazer quando a gente se dedica. Posso dizer que mudei o mundo nesse último mês. O meu mundo.

Volto pra Aalborg mais consciente das minhas fraquezas, consciente de que limites e barreiras não são nada além de desafios, basta mudar a forma de encara-los. Sempre acreditei nisso mas agora pude viver essa diferença e me sinto renovado, preparado para encarar o que vier.

Foram tantos momentos, pessoas e lugares inesquecíveis que vai ser dificil traduzir tudo isso pra vocês. Sem dúvida alguma foi uma das grandes experiências das minha vida, um salto para o desconhecido onde aprendi mais do que em qualquer outra oportunidade.

Toda semana vou tentar contar um poquinho pra vocês de cada lugar que passei. Por enquanto fica só essa visão geral e algumas fotos – senão tem uma certa mãe minha que vai xiar até dizer chega, né?

No mais…
Beijos, abraços e saudade!

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Hey there guys! I’ll try to add some quick comments in English about this trip. Maybe not translate the entire text but at least say something if any of the Lunatics or other international friends decide to show up around here.

So, this post is more about how this trip was important to me, I feel different, better prepared to face whatever is it that the future will bring. There is one picture from each place I’ve been to. In order: Warszawa, Krakow, Wroclaw, Milano, Bologna, Rome, Stetten, Paris, Amsterdam and Utrecht.

Cheers!

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Eu? Sumido? Imagina…

julho 3rd, 2008 — 12:43pm

Ei pessoas!

Então, será que eu consigo escrever alguma coisa aqui e fingir que nada aconteceu, que eu sempre estive por aqui… Não? Rola não? Então tá… eu explico.

Durante um bom tempo eu também não tinha explicação para minha falta de vontade em escrever por aqui. Achei que era muito sem graça escrever sobre minha rotina aqui na universidade, sobre meu projeto ou sobre qualquer coisa relacionada a universidade. Mas acho que finalmente percebi que na verdade eu estou é morrendo de saudade de todo mundo aí e que mexer nessa saudade, as vezes incomoda, dói, ainda mais sabendo que ainda não tem previsão pra acabar com ela. Mas acho que sumir só aumenta a saudade, né? Pois bem. Vou me esforçar para aparecer mais frequentemente.

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No meu último post falei que comentaria sobre o Grundfos Challenge. Mas já passou tanto tempo que vou só resumir mesmo. O Grundfos Challenge é um desafio para estudantes representando diferentes universidades dinamarquesas em duas categorias: tecnologia e economia. Participei com duas meninas da graduação em Estratégia de Negócios aqui da Aalborg University. Foi um fiasco do ponto de vista resultado mas uma grande oportunidade de aprendizado. No final das contas ainda ganhei um I-Pod shuffle Geração 2. “Bão dimais”!

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Terminei meu 2o semestre por aqui há uma semana e amanhã estou partindo para minha viagem de verão. Os locais foram escolhidos a dedo (critério: presença de amigos e vontade de visitar): Polônia (Varsóvia, Cracóvia e Wroclaw), Itália (Milão, Bologna e Roma), Alemanha (Stuttgart), França (Paris) e Holanda (Amsterdã). Em Milão vou ter a felicidade de reencontrar um grande amigo do Brasil, Rafael (Gira, Doido!). Não vejo a hora! (ombrinho, ombrinho, HEY!) Vou tentar escrever um pouco de cada local e postar algumas fotos.

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No meu 3o semestre aqui vou trabalhar na implantação de uma organização para colaboração entre universidade e empresas do setor de TI (êta influência, viu? Pai, irmão, primos…) e, embora ainda incerto, trabalharei num projeto de pesquisa em colaboração com a UFF aí do Rio de Janeiro sobre uma empresa farmacêutica dinamarquesa que tem atividade no Brasil. Vamos ver se chegamos a formato coerente em agosto.

Por enquanto é isso…

Muita saudade, beijos e abraços!

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Lá ao Brasil e de Volta à Índia 2007-08 (2)

março 29th, 2008 — 12:05am

Após 45 dias, cheguei à Índia para encontrar os mesmos problemas de sempre. Caos no trânsito, falta de educação no comportamento dos indianos no dia-a-dia, poluição, pobreza. Tudo isto se manifesta o tempo todo e de diversas formas no imenso contraste que é a Índia. E não é preciso nem sair do aeroporto para acordar para a realidade do país.

Já escrevi especificamente sobre o trânsito daqui no passado. Recentemente, a realidade indiana também foi tema de um texto de um amigo (brasileiro) que conheci aqui em Bangalore. Ele resume os problemas indianos em categorias: sujeira, má qualidade dos serviços prestados, abuso dos motoristas de riquixás, exploração econômica dos estrangeiros, trânsito insuportável, festas sem graça (e que acabam antes da meia-noite), e a falta de respeito com a mulher. Eu ainda incluiria neste bolo a corrupção que permeia todos os níveis da sociedade indiana, a língua inglesa quase indecifrável de muitos indianos, e a pobreza explícita que denuncia a precariedade dos serviços públicos básicos e o descaso tanto das autoridades quanto de parte da população.

No trajeto de volta ao Instituto (o IIIT-B), tentei adiar tanto quanto possível esta realidade revendo mentalmente todos os incríveis destinos que visitei na viagem que terminara. Foi um passeio inesquecível, em vários atos. Começou na Índia, passou pela Europa e pelo Brasil, terminou na Índia. Lá e de Volta, literalmente.

1. Agra (Taj Mahal)
Por mais que falem do clichê que é visitar este mausoléu, considero a visita à Índia incompleta sem conhecer esta que, para mim, é uma das construções humanas mais bonitas ainda de pé.

2. Delhi
Delhi é uma capital com muita história para contar. Rota de muitos povos entre diferentes regiões por milhares de anos, a cidade se tornou um caldeirão de diferentes culturas e religiões. Visita também imperdível a quem visitar a Índia.

3. Munique, Regensburgo, e Chemnitz
Revisitei a Alemanha em dezembro, após ter passado por lá antes de chegar à Índia pela primeira vez. Adorei o país e todas as cidades que visitei. Foi muito bom também ter reencontrado velhos amigos que não via desde 2003.

4. Praga
Apesar da péssima impressão causada pela estação de trem, Praga – capital da República Tcheca – me surpreendeu positivamente. A cidade preserva mais de 1000 anos de história e exibe orgulhosa todos os principais estilos arquitetônicos que marcaram a Europa desde então.

5. Varsóvia
A capital polonesa foi a que teve menos valor turístico para mim. A cidade mais destruída pelos alemães na Segunda Guerra tem pouco a oferecer. Nem por isto, entretanto, foi menos importante: Com um amigo, revisitei a história de uma das maiores atrocidades da humanidade. Sob este ponto de vista, Varsóvia tem muito a mostrar; as cicatrizes ainda não se fecharam.

6. Cracóvia
Em clima bem mais leve, me diverti bastante com as lendas que recheiam a cultura desta cidade, no sul da Polônia. Até dragões fazem parte do mito popular.

7. Helsinque
A Finlândia (e obviamente sua capital) tem valor especial para mim. Foi minha primeira morada no exterior e onde ganhei amigos para toda a vida. E queria muito visitá-los. O reencontro foi memorável e não podia ter sido melhor.

8. Tallinn
A capital da Estônia é o ponto alto deste país que começa a se destacar na Europa, após décadas sob domínio russo. Fiquei encantado com local e seus atrativos, tanto da velha Tallinn medieval quanto da nova e moderna capital.

9. Vitória
Minha terra natal! Local onde estão as pessoas que mais amo neste mundo! Precisa falar mais?

10. Londres
Com apenas um dia disponível na cidade, tive que me contentar apenas com as principais atrações. Foi uma boa primeira impressão da cidade mas certamente não o suficiente.

De Londres, após uma escala no Bahrein (Oriente Médio), voei direto para Bangalore. O dia amanhecia quando finalmente consegui me desvencilhar do controle alfandegário e da fila para conseguir um táxi. Bangalore não é uma cidade bonita mas não era mesmo por isto que estava ali. Apesar dos seus problemas, a cidade e o país têm também muitas qualidades. Talvez “incrível”, como quer descrever o governo (http://www.incredibleindia.org/), seja mesmo o melhor adjetivo para resumir ambos, qualquer que seja a conotação empregada.

Voltemos agora à programação normal, diretamente da Índia…

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De volta ao Brasil

março 7th, 2008 — 1:51am

Quando planejei esta viagem que fiz à Europa em Dezembro, um dos maiores problemas foi acomodar a agenda apertada às opções em conta de passagens de trem e avião. Em Helsinque, por exemplo, quando vi que a passagem de volta para Frankfurt um dia antes do previsto era cem vezes mais barata (!!!), nem pestanejei: Dormir uma noite no aeroporto seria moleza diante da economia.

E eu já conhecia bem o aeroporto de Frankfurt. Sabia que lá havia duchas disponíveis ao público, Internet sem fio, e sofás confortáveis. Seria mesmo uma barbada e eu não seria o primeiro a realizar tal empreitada: O site Sleeping in Airports coleciona relatos de diversos viajantes avarentos que chegam a passar dias dormindo no mesmo aeroporto enquanto conhecem a sua cidade. Lá há até dicas de como usufruir melhor da experiência e um ranking dos melhores aeroportos.

Pois bem, cheguei cedo ao aeroporto de Helsinque, cedo até demais. Foi só pisar no saguão principal que recebo uma mensagem no meu celular informando que meu vôo estava atrasado em 1 hora. Vejam, entretanto, a diferença entre as empresas aéreas finlandesas e brasileiras: Além do aviso antecipado do atraso, ainda recebi um voucher de EUR 10 para realizar compras no aeroporto. E o atraso durou mesmo só 1 hora!

Cheguei a Frankfurt por volta das 23 horas e meu vôo era às 21 do dia seguinte. Seria bem mais cedo, às 11, se a Varig não tivesse feito o favor de cancelar o meu vôo original, com a promessa de transferir-me para esta opção noturna. Após pegar as malas e guardá-las num depósito monitorado, perambulei um pouco pelos enormes corredores do aeroporto, comi um sanduíche e logo me acomodei em um dos belos sofás no salão principal. De cara notei o primeiro problema: Não há tomadas no aeroporto para que pudesse usar meu laptop! Simplesmente não há. As que existem são de uso administrativo e fui severamente advertido quando tentei usar uma responsável por recarregar as baterias dos carros elétricos da manutenção.

Tentei então comprar um livro, mas de madrugada a única livraria aberta possuía apenas livros chinfrins ou em alemão. Restou-me tentar dormir. Em vão. Durante toda madrugada as luzes permanecem acesas e pessoas não param de circular. Fiquei neste estado letárgico até umas 5 da manhã quando resolvi tomar um banho. Quanta ilusão! A ducha não estava operando desde a semana anterior por conta de um problema qualquer que não me importei. Àquela altura, nada mais importava. Passei a ler o manual de instrução do aeroporto e catálogos de loja, a contar a quantidade de vôos por hora (uns 20 nas primeiras horas daquela manhã), e a me preocupar com a confirmação da transferência do meu vôo. Cheguei a ligar para o Brasil, onde minha sempre eficiente mãe tentou um contato com o escritório brasileiro da Varig, já que na Alemanha ninguém atendia. Infelizmente no Brasil, tal qual a retórica de Lula, ninguém sabia de nada.

O balcão finalmente abriu por volta das 13 horas. Quando chegou minha vez, me senti como na música interpretada por Jimmy Cliff (“I can see clearly now the rain is gone”): A atendente não só se desculpou pelo atraso como também me encaminhou para um excelente hotel com almoço incluso. Eu tinha todo um discurso preparado e nem precisei usar o parágrafo introdutório do mesmo; Será que estamos finalmente melhorando nossos serviços e nos equiparando aos finlandeses?

Depois de comer, tomar um banho excepcional e dormir, não tinha mais como nada dar errado. No dia 18 de dezembro de 2007 cheguei de volta ao Brasil para 30 dias de férias.

***

Um detalhe curioso: Depois de tantas idas e vindas via aeroporto de Frankfurt, esta foi a primeira vez que de fato saí de seus saguões. Não vi muito pois o trajeto até o hotel foi curto. Da janela do quarto onde me hospedei, arranha-céus e muitas árvores decoravam a bela vista.

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A viagem – 2a parte

agosto 30th, 2007 — 10:27am

Então pessoas, continuando a narrativa da minha viagem… (ah! Molera, faltou dizer que eu acho que ganhei de você no trajeto Rio x Frankfurt!)

Cheguei em Frankfurt depois de 12 horas de viagem e dormindo pouco num espaço pequeno e sentado. Considerando as 5 horas de vôoo até o Rio de Janeiro, já somam umas 17 horas de avião-aeroporto-avião-aeroporto… Minhas pernas doiam inteiras, da cintura até o dedinho do pé (mas sem unha encravada dessa vez, tá engraçadinhos!).

Então, desembarquei, achei minha mala numa boa, atravessei o controle de passaporte – com alguns italianos tentando ser espertos denovo – e até ali consegui ler umas pouquíssimas palavras em alemão no aeroporto, o que não mudou muito até minha partida. E fui eu atrás da área de embarque para fazer o check-in para o voo até Aalborg.

Pois bem, daí veio minha primeira dúvida: para chegar no salão de embarque, tinha que subir uma escada rolante e nas instruções tinha uma foto sem faixa de proíbido de uma pessoa com um carrinho subindo as escadas rolantes! Eu fiquei acho que uns 5 minutos indo pra frente e pra trás com o carrinho em dúvida se ia ou não ia. No final, deixei o carrinho por lá mesmo e subi.

Até aí era tudo mais ou menos perto. Mas só atér aí! Nunca vi tanto guichê de companhia aérea junto!!! Interminável o negócio e por incrível que pareça, a grande maioria era da mesma companhia aérea! A tal da Lufthansa domina tudo aqui. E a gente reclamando que no Brasil só tem duas…

Tudo certo com o check-in e uma fortuna em peso extra fui eu achar meu portão de embarque… Minha nossa senhora dos lugares longe! Com esteira rolante e o caramba demorei acho que uns 15 minutos pra chegar no meu portão. Que acabou mudando para uns 4 números atrás. E as perninhas latejando. Pra embarcar, eles também usam ônibus aqui! Acho que temos que parar de achar ruim das coisas aí no Brasil. Não preciso dizer que dormi com 10 minutos de vôo até Copenhagem. Cheguei lá num sentia mais nada! Nem perna, dedinho do pé, nem sono, nem cansaço.

O aeroporto de Copenhagem é bem bonito, tem uma parte de piso de madeira e árvores baixas dentro, belíssimas lojas e tudo mais. (Caraca! Esqueci de tirar foto: ACHEI MIRINDA numa loja!??! Lembram, aquele refrigerante de laranja da Pepsi???) Mas pra variar, os portões são longe até dizer chega. Mais uns 10 minutos de caminhada em esteiras rolantes até o meu portão.

Esse vídeo é minha primeira vez. Por favor, sejam bonzinhos! hehhehe! Comentem aí.

O vôo para Aalborg foi bem rapidinho, 30 minutos e eles não servem nada! No embarque vc pode pegar água se quiser, ou copo para um cafezinho. E é isso, ponto final. Nem deu tempo de dormir. Até então, o tempo estava lindo em todo o trajeto. Céu azul, poucas nuvens, sol brilhando. Foi só eu aterrisar em Aalborg que começou a chover! E num era pouco não! E a companhia aérea nem aí! Guarda-chuva pros passageiros?! hahahahahha! You wish! Ainda bem que era pertinho do lugar pra pegar as bagagens.

O aeroporto aqui é bem pequeno e ainda por cima estava em obras. Mas deu tudo certo. Peguei minhas coisas e fui eu atrás de achar a Student’s House para saber onde eu ia ficar, quem ia dividir o apartamento comigo e tudo mais. Mas isso tudo são cenas do próximo capítulo. Até!

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A viagem – 1a parte

agosto 29th, 2007 — 9:38am

Salve salve simpatia!!! Finalmente to conseguindo escrever e ao longo dos textos vou explicando por que. Neste aqui, falo da primeira parte da minha viagem, até Frankfurt.

Então, saí de Vitória as 7:15 da manhã com a presença de pessoas que eu adoro e agora ainda mais! Piu, Jojo vou sentir falta da alegria de vocês, Momo, Ana e Flavinha, vocês não tem noção do que significou a presença de vocês lá. Momo, muito obrigado pelas palavras! Lembro delas sempre! Binhuda, não preciso dizer muito mas faço questão: muito obrigado mesmo! Por tudo e sempre! Agradece sua mãe! Já tô até usando o gorro e o cachecol, depois eu mando as fotos nos próximos posts. Namorada! Te amo, te amo, te amo!!! Obrigado por tudo! Mas então…

 Saí de Vitória e quando chegávamos perto do aeroporto do galeão a paisagem começou a mudar de oceano azul para um mar de MUITAS montanhas verdes. Desconfiado como sempre, comecei a ficar inquieto com uma área que parecia de extração de madeira que, curiosamente, tinha o contorno das cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Logo veio a voz do piloto explicando: nevoeiro sobre a cidade e aeroporto fechado. Que beleeeeeza! Ninguém tinha que pegar voô no rio meio-dia mesmo! E lá fomos nós para Belo Horizonte…

Depois de uma hora ou um pouco mais – na qual meu computador não funcionou -, finalmente embarcamos de volta para o Rio, chegando lá as 11 horas da manhã! Correndo que nem um desesperado com uma malade 40 kg no carrinho, atropelando todo mundo nas esteiras rolantes, cheguei suando no balcão internacional da Varig – obviamente depois de errar o caminho 2 vezes. E o povo lá na maior das tranquilidades pra tudo. Agora vem a parte legal: na fila para o passaporte tinha mais italiano que qualquer outra coisa. Resultado? Todos eles queriam furar fila!!! Impressionante! Eu achei que isso era coisa de Brasileiro mas os italianos TODOS, sem exceção, tentavam! E se a colombiana da minha frente num tivesse saído da fila eu acho que eles tinham conseguido.. Humpf! Já num gosto mais deles! heheheh! Mas finalmente deu tudo certo e cheguei no meu portão de embarque uns 10 minutos antes de começar o embarque – e meu computador continuava sem funcionar.

Embarquei no vôo para Frankfurt todo feliz! A funcionária da Varig tinha conseguido um lugar pra mim na janela e eu entrei todo feliz achando que ia conseguir tirar 1 milhão de fotos da viagem mas… bem, veja por você mesmo a janela que ela conseguiu pra mim…

Minha vista por 12 horas… 

Bão, hein?!?!

Mas então, a boa notícia é que ao meu lado veio um Austríaco muito gente boa. Ele é Arqueólogo – não, ninguém lembrou do Ross de Friends aqui não! – e mora no sul da Alemanha e tem amigos no Brasil. Viemos discutindo um bocado sobre o Brasil e mais um monte de coisa. Foi muito bom pra treinar o Inglês e pra me acostumar em falar com pessoas que nunca vi na vida. O que tem sido bem frequente por aqui! =)

Mas cheguei em Frankfurt numa boa, por volta de 5 da manhã, horário local. Conto minha aventura por lá no próximo post. E estou tentando preparar um vídeo pra vocês pra postar no you tube na última parte, beleza?

 Até a próxima!

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